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  • Bacharel em Direito

David Devasconcelos

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David Devasconcelos
Comentário · há 6 dias
Caro Luiz Claudio, uma coisa eu devo reconhecer: a tenacidade que vocês demonstram ao defender as ideias (dogmas) aberrantes, dos seus partidos (seitas) corruptos chega a ser quase... comovente. É quase como se vocês recebessem algum tipo de recompensa por tanta dedicação. Mas não, isso não pode ser...! Ou pode...?!

Como você disse, anteriormente, vamos por partes:

- "Ou estudem, mesmo sabendo que será uma enorme perda de tempo". Essa parte você, maliciosamente, "esqueceu" de replicar, não foi?!

- Conheço o nome e a utilidade da maior parte desses recursos argumentativos e falácias. No entanto, não ostento esse conhecimento para parecer mais inteligente, preparado e bem instruído do que realmente sou, como você faz. É uma boa tática para usar com os incautos mas que não funciona comigo. Por sinal, você abusa da falácia do "apelo à emoção" em todos os seus comentários. Inclusive, no último, quando menciona "negros acorrentados em navios imundos". Assim sendo, poupe-me das suas aulinhas de retórica, por gentileza...!

- Sim, o racismo deles é "bem diferente do nosso" por uma única mas decisiva questão: a miscigenação. Essa circunstância per si, é determinante em definir a maneira diversa como o povo norte americano e o nosso povo, encaram a questão racial nos dois países;

- E é por causa do tópico do item anterior que você e as pesquisadoras da USP jamais encontrarão leis discriminatórias no Brasil. E sabe por que? Porque com a intensa miscigenação, homens brancos poderosos casaram-se com belas mulatas e tiveram filhos com elas. E esse senhores, políticos, pecuaristas, comerciantes, militares, tiveram filhos também mestiços. E esse filhos, seus herdeiros, seus sucessores políticos, não poderiam ter seus direitos cerceados por uma lei "racista".

- E sim, Luiz Claúdio, é enorme a distinção entre ter seus direitos negados por um (mau) costume social e por uma lei. No último caso não há a quem recorrer! Você é um cidadão de segunda classe e pronto, acabou...! Se você tentar lutar contra o Estado, com toda certeza, perderá! Essa diferença é tão evidente e obvia que nem merece maior análise.

- Quando eu menciono o meu tataravó português ou sobre "a maior parte dos ancestrais da população brasileira" eu estou citando fatos. Situações cotidianas facilmente observáveis por qualquer pessoa com um mínimo de sagacidade e de discernimento. Se há uma coisa que aprendi, depois de anos e anos debatendo com a sua turma, é que vocês abusam do argumento "ad verecundiam", ou de apelo à autoridade. Há sempre uma pesquisa, ou um estudo, ou uma publicação para tentar nos convencer de que o obvio, o lógico e o bom senso devem ser deixados de lado e esquecidos. Se assim não fosse, como seria possível executar a reengenharia social pela qual vocês tanto lutam ...!?

- Sobre a apresentadora de telejornal do meu estado só posso dizer: lá vem você, DE NOVO, falando do que não sabe...! Ela nunca foi uma "exceção que confirma a regra". Ela era a regra! O programa de análise política de maior audiência do meu estado é apresentado por dois negros e dois mestiços. Os dois negros, são velhos e respeitados jornalistas políticos. O outro apresentador tem uma carreira de decadas no rádio e na televisão e foi durante anos, diretor de jornalismo da emissora. Acabou retornando à telinha a pedido de milhares de telespectadores e fãs. E repito, não gosto de "ciências" sociais porque, verdadeiramente, não tem nada, nada mesmo, de cientifico nela...!

- E não, não há nada de ignorância em comparar, a tal "Comissão de Cotas" com tribunais raciais. Os dois grupos (nazistas e petistas) acreditam nesse conceito controverso chamado raça e faz uso político dele. Além disso, até onde sei, boa parte dos estudantes cotistas nem mesmo termina a faculdade e por isso ainda é dificil chegar a uma conclusão definitiva sobre a eficiência ou não delas. As razões para essa alta evasão são várias e não pretendo debruçar-me sobre elas;

- Sobre suas considerações sobre os artigos postados: sua opiniões sobre eles foram devidamente lidas e analisadas. Sem mais...!

Para terminar, gostaria de relatar-lhe sobre uma caso que aconteceu comigo ano passado por ocasião do lançamento do Atlas da Violência, do IPEA. Lá, abundam referências sobre raça, cor e "gênero". Eu entrei em contato com a assessoria de imprensa do próprio IPEA e pedi para eles perguntarem aos pesquisadores qual era o metodo usado para determinar a "raça" ou a "cor" das vítimas de homicídio no estudo. Eles me disseram que era em cima das informações do laudo cadavérico. Eu argumentei quem em muitos casos (muitos mesmo) era impossível determinar a raça do morto. Depois de ficar um pouco atrapalhada, a assessora entrou em contato com um dos pesquisadores e depois me passou a resposta: segundo ela só entrava no quantitativo aqueles mortos que teriam tido a raça identificada no laudo cadavérico. Eu perguntei quanto esse número representava no universo de amostras analisadas mas ela não soube me responder...!

Pense sobre isso, meu caro "black panther" polaco...! O correto uso do tirocínio e do senso crítico, na maioria das vezes, vale bem mais que engolir e vomitar números de pesquisas elaboradas pelo IPEA (ou pela USP)...!

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